Este é o Miscelânea, por Júlio Lucas

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terça-feira, 27 de abril de 2021

Oscar 2021: Veja lista dos indicados e os filmes premiados



Melhor filme

"Meu pai"

'"Judas e o messias negro"

"Mank"

"Minari"

"Nomadland" (premiado)

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor atriz

Viola Davis - "A voz suprema do blues"

Andra Day - "Estados Unidos Vs Billie Holiday"

Vanessa Kirby - "Pieces of a woman"

Frances McDormand - "Nomadland" (premiada)

Carey Mulligan - "Bela vingança"

 

Melhor ator

Riz Ahmed - "O som do silêncio"

Chadwick Boseman - "A voz suprema do blues"

Anthony Hopkins - "Meu pai" (premiado)

Gary Oldman - "Mank"

Steve Yeun - "Minari"

 

Melhor direção

Thomas Vinterberg - "Druk - Mais uma rodada"

David Fincher - "Mank"

Lee Isaac Chung - "Minari"

Chloé Zhao - "Nomadland" (premiada)

Emerald Fennell - "Bela vingança"

 

Melhor atriz coadjuvante

Maria Bakalova - "Borat: fita de cinema seguinte"

Glenn Close - "Era uma vez um sonho"

Olivia Colman - "Meu pai"

Amanda Seyfried - "Mank"

Youn Yuh-jung - "Minari" (premiada)

 

Melhor ator coadjuvante

Sacha Baron Cohen - "Os 7 de Chicago"

Daniel Kaluuya - "Judas e o messias negro" (premiado)

Leslie Odom Jr. - "Uma noite em Miami"

Paul Raci - "O som do silêncio"

Lakeith Stanfield - "Judas e o messias negro"

 

Melhor filme internacional

"Druk - Mais uma rodada" / Dinamarca (premiado)

"Shaonian de ni" / Hong Kong

"Collective" / Romênia

"O homem que vendeu sua pele" /Tunísia

"Quo vadis, Aida?" /Bósnia e Herzegovina

 

Melhor roteiro adaptado

"Borat: fita de cinema seguinte"

"Meu pai" (premiado)

"Nomadland"

"Uma noite em Miami"

"O tigre branco"

Roteirista de 'Meu Pai' no Oscar — Foto: Reprodução

 

Melhor roteiro original

"Judas e o Messias negro"

"Minari"

"Bela vingança" (premiado)

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor figurino

"Emma"

"A voz suprema do blues" (premiado)

"Mank"

"Mulan"

"Pinóquio"

 

Melhor trilha sonora

"Destacamento blood"

"Mank"

"Minari"

"Relatos do mundo"

"Soul" (premiado)

 

Melhor animação

"Dois irmãos: Uma jornada fantástica"

"A caminho da lua"

"Shaun, o Carneiro: O Filme - A fazenda contra-ataca"

"Soul" (premiado)

"Wolfwalkers"

 

Melhor curta de animação

"Burrow"

"Genius Loci"

"If anything happens I love you" (premiado)

"Opera"

"Yes people"

 

Melhor curta-metragem em live action

"Feeling through"

"The letter room'"

"The present"

'"Two distant strangers" (premiado)

"White Eye"

 

Melhor documentário

"Collective"

"Crip camp"

"The mole agent"

"My octopus teacher" (premiado)

"Time"

 

Melhor documentário de curta-metragem

"Colette" (premiado)

"A concerto is a conversation"

"Do not split"

"Hunger ward"

"A love song for Natasha"

 

Melhor som

"Greyhound: Na mira do inimigo"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Soul"

"O som do silêncio" (premiado)

 

Canção original

"Fight for you" - "Judas e o messias negro" (premiado)

"Hear my voice" - "Os 7 de Chicago"

"Husa'vik" - "Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars"

"Io sì" - "Rosa e Momo"

"Speak now" - "Uma noite em Miami"

 

Maquiagem e cabelo

"Emma"

"Era uma vez um sonho"

"A voz suprema do blues" (premiado)

"Mank"

"Pinóquio"

 

Efeitos visuais

"Problemas monstruosos"

"O céu da meia-noite"

"Mulan"

"O grande Ivan"

"Tenet" (premiado)

 

Melhor fotografia

"Judas e o messias negro"

"Mank" (premiado)

"Relatos do mundo"

"Nomadland"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor edição

"Meu pai"

"Nomadland"

"Bela vingança"

"O som do silêncio" (premiado)

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor design de produção

"Meu pai"

"A voz suprema do blues"

"Mank" (premiado)

"Relatos do mundo"

"Tenet"

domingo, 25 de abril de 2021

Todo mundo quer saber: Quem vai receber a estatueta em tempos de pandemia?

#oscar2021 - Façam as suas apostas!

"Nomadland" - Favoritismo com crítica social e produção modesta
"Nomadland" - Favoritismo com crítica social e produção modesta


A mais importante premiação do cinema acontece neste domingo (25). O Oscar 2021. E o público amante do cinema vem torcendo pelos seus favoritos e fazendo suas apostas nas redes sociais.
Em um ano atípico que promete muitas mudanças, não só por conta da pandemia, como não poderia deixar de ser, a cerimônia reserva outras grandes surpresas.
É certo que a Covid 19 obrigou o adiamento da data para hoje, 25 de abril. A quarta vez que isso acontece na história de 93 anos da premiação. O formato do cerimonial também ganha mudanças inéditas. Apenas os indicados, apresentadores e seus acompanhantes devem comparecer pessoalmente ao evento, além da equipe técnica, obviamente.
A apresentação logo mais vai se dividir entre a Dolby Theater, a tradicional casa do Oscar em Hollywood, e a Union Station, estação de trem no centro de Los Angeles, local mais amplo onde será possível manter o distanciamento entre os convidados. O formato hibrido é uma estratégia para evitar a transmissão fria completamente remota que não teve boa audiência no Emmy e no Globo de Ouro.
Mas os sinais de um novo tempo vão muito além dos protocolos de distanciamento por conta da Covid-19. A gradual consolidação do movimento hashgtag #OscarsSoWhite (algo como "O Oscar é tão branco"), que viralizou desde 2015, pressionando Hollywood a privilegiar cada vez mais a diversidade em suas indicações, juntamente com os cinemas fechados e estreias em plataformas de streamings, fez com que a Academia abrisse os olhos para produções mais modestas e oxigenando o favoritismo entre atores negros, além de destacar mulheres e cineastas de origem asiática na disputa pela estatueta de melhor direção.
Boa parte das fichas nas categorias de interpretação vão para o falecido Chadwick Boseman (Pantera Negra) e Viola Davis ("A Voz Suprema do Blues"), Daniel Kaluuya ("Judas e o Messias Negro") e a sul-coreana Youn Yuh-jung ("Minari"). A chinesa Chloé Zhao, é favorita para o Oscar de direção por "Nomadland".
Aliás, a considerar os prognósticos apontados nas premiações organizadas pelos diferentes sindicatos de Hollywood, que costumam anteceder o Oscar, ”Nomadland" é o grande favorito desta noite com seis indicações ao Oscar. Em boa hora pode chegar o inédito prêmio para resgatar a gigantesca Disney da desconfiança do público mais exigente após as duras críticas de racismo contidos nos clássicos que a fizeram rever seus conceitos nestes últimos anos. O curioso é isso acontecer justamente com um título modesto da franquia Searchlight Pictures, um braço independente da antiga Fox, hoje do grupo da toda poderosa das animações.
São quatro organizações principais que podem nortear o caminho das estatuetas. PGA: Sindicato dos Produtores da América; DGA: Sindicato dos Diretores da América; SAG: Sindicato dos Atores; WGA: Sindicato dos Roteiristas da América. A maioria dos eleitores desses sindicatos são os mesmos que votam no Oscar, tornando algumas premiações previsíveis. Previsíveis sim, certas não.
O prêmio do PGA é o principal indicador para a categoria de Melhor Filme, o vencedor foi Nomadland, enquanto a animação foi Soul, da Pixar.
O longa estrelado por Frances McDormand, apresenta uma trama inspirada no livro de Jessica Bruder e acompanha uma mulher de 60 anos que perde tudo durante a recessão e passa a viver como uma espécie de nômade, fazendo trabalhos sazonais enquanto viaja pelo oeste americano. A animação da Pixar fala sobre vida, morte e alma. Além de “Nomadland”, o favorito, os outros indicados ao Oscar 2021 de Melhor Filme são: “Meu Pai”, “Judas e o Messias Negro”, “Mank”, “Minari”, “Bela Vingança”, “O Som do Silêncio” e “Os 7 de Chicago”.
O DGA premia os melhores diretores e diretoras do ano. A cerimônia do Sindicato também premiou Chloé Zhao por “Nomadland” na categoria principal. Zhao segue como a favorita para o prêmio da Academia. Se isso se confirmar, ela será a segunda mulher a vencer o prêmio de direção no Oscar, que indicou apenas sete mulheres em toda a história do Oscar.
O Sindicato dos Atores premiou nas categorias de atuação “Os 7 de Chicago” com o Melhor Elenco de Filme, e Chadwick Boseman levou o prêmio de Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”, mesmo filme que garantiu Viola Davis ganhadora como Melhor Atriz. Na parte de coadjuvantes, Youn Yuh-Jung recebeu Melhor Atriz por “Minari”, e Daniel Kaluuya ganhou por “Judas e o Messias Negro”.
Ainda correm entre os indicados ao Oscar 2021 de Melhor Ator, além de Boseman: Riz Ahmed por “O Som do Silêncio”, o veterano Anthony Hopkins por “Meu Pai”, Gary Oldman com  “Mank” e Steven Yeun em “Minari”.
As indicadas ao Oscar 2021 de Melhor Atriz: Viola Davis, como não poderia ficar de fora, Andra Day por “The United States vs. Billie Holiday”, Vanessa Kirby por “Pieces of a Woman”, Frances McDormand por “Nomadland” e Carey Mulligan por “Bela Vingança”.
 
Os indicados para Melhor Ator Coadjuvante são Sacha Baron Cohen por “Os 7 de Chicago”, Daniel Kaluuya por “Judas e o Messias Negro” – favorito, Leslie Odom Jr. por “Uma Noite em Miami”, Paul Raci por “O Som do Silêncio” e Lakeith Stanfield por “Judas e o Messias Negro”.
Ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante estão no páreo: Maria Bakalova por “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, a veterana Glenn Close por “Era uma Vez um Sonho”, Olivia Colman por “Meu Pai”, Amanda Seyfried por “Mank”. Yuh-Jung Youn por “Minari” – favorita.
O WGA, que escolhe os melhores roteiros do ano aconteceu nessa quarta, 21 de abril. Melhor Roteiro Original foi para “Bela Vingança”, escrita por Emerald Fennell; Melhor Roteiro Adaptado: “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, Roteiro de Sacha Baron Cohen & Anthony Hines, Dan Swimer, Peter Baynham, Erica Rivinoja, Dan Mazer, Jena Friedman e Lee Kern.
Confira os indicados ao Oscar Melhor Roteiro Original: “Judas e o Messias Negro”, “Bela Vingança” (Favorito), “O Som do Silêncio” e “Os 7 de Chicago”.
Os indicados ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado são “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Favorito), “Uma Noite em Miami”, “O Tigre Branco”.
A pandemia forçou ainda diversas mudanças nas regras da Academia. Com o fechamento de cinemas, o lançamento disponível por meio e formato digitais também está permitido. Este fator foi fundamental para ampliar a quantidade de filmes feitos originalmente para plataformas de streaming, como a NetFlix.
Se há alguns anos o júri dos festivais entortava a boca para esse segmento, entre os estúdios, a liderança da Netflix é inegável em 2021. A plataforma consolidou sua posição que já vinha construindo há alguns anos e recebeu 35 indicações: “Mank” (10), “Os 7 de Chicago” (6), “A Voz Suprema do Blues” (5), “Era uma Vez um Sonho” (2), “Crip Camp” (1), “Destacamento Blood” (1), “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” (1), “Rosa e Momo” (1), “O Céu da Meia-Noite (1)”, “Professor Polvo” (1), “A Caminho da Lua” (1), “Pieces of a Woman” (1), “Shaun, o Carneiro, o Filme: A Fazenda Contra-Ataca” (1) e “O Tigre Branco” (1). Também produtora em streamings, o Amazon Studios, ficou com 12 indicações. Entre os outros stremings, a Apple teve duas indicações, e o Hulu teve uma. Os estúdios tradicionais como Warner (8 indicações), Disney (8), Focus Features (7), Sony (6), A24 (6) e Searchlight (6).
Depois de uma passagem discreta por premiações anteriores, “Mank”, filme de David Fincher produzido pela Netflix, lidera a lista, com dez indicações.
Com prêmios do PGA e do DGA, os criadores de "Nomadland" já devem estar com seus discursos de agradecimento preparados e afiados para a noite de premiação. Mas há que se terem precaução, visto que volta e meia acontecem zebras.
Sem vitória antecipada por essas organizações o sul-coreano "Parasita", grande azarão no ano passado, derrotou o favorito inglês "1917".
O mexicano “Roma”, produção da NetFlix, surpreendeu em 2019 ao abrir a porteira de premiações para a plataforma streaming com dez indicações, ficando com três estatuetas.
Em 2017, a surpresa foi mais escandalosa. O musical "La la land" perdeu para "Moonlight", quando aconteceu aquele mico histórico: a estatueta foi entregue equivocadamente à equipe do favorito e logo os apresentadores, alertados pela produção, tiveram que corrigir o erro interrompendo os discursos e pegando de volta o prêmio para entregar aos verdadeiros ganhadores. 
Isso significa que, com tantas mudanças no Oscar 2021, improvável podem acontecer dando um gostinho a mais na audiência e quebrando a banca de apostas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Filmes selecionados para vestibular da Uesb serão exibidos no Palácio das Artes, em Jequié

Começou nesta terça-feira (11) em Vitória da Conquista a nona edição do projeto “Cinema: Eis a Questão – O Janela Indiscreta no Vestibular”, da Uesb - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. 
As exibições, abertas a todos os interessados, acontecerão em Vitória da Conquista, até quinta-feira (13) no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. 
Em Jequié - As sessões acontecerão em Jequié de 25 de setembro até o dia 27 no Palácio das Artes, sempre às 19h. A última etapa da edição 2012 do projeto acontecerá em Itapetinga no período de 28 a 30 de outubro, no Auditório Juvino Oliveira, na Uesb. 
Vestibular - O projeto visa à inserção do cinema como possibilidade de abordagens no vestibular da Uesb e propicia o exercício da leitura coletiva de obras cinematográficas a partir da exibição dos filmes selecionados, acompanhada de comentários temáticos. Os filmes escolhidos para o vestibular são: “Capitães da Areia”, de Cecília Amado, a ser comentado por Paulo Alcântara, Ana Luisa Coimbra, Veruska Anacirema e Marcos Salviano; “Persépolis”, de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, com comentários de Gil Brito, Macelle Khouri e Roque Trindade; e “Utopia e Barbárie”, de Sílvio Tendler, que será comentado por Eder Amaral, Carlos Alberto Pereira e Milene Gusmão. Todos os comentaristas são professores da Uesb e/ou pesquisadores da área de cinema ou dos temas tratados nos filmes.
Realização - O projeto é uma realização da Uesb, por meio do Programa Janela Indiscreta em parceria com a Pró-Reitoria de Graduação, a Comissão Permanente de Vestibular, o Programa Universidade Para Todos e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários.
Mais informações - Podem ser obtidas no Janela Indiscreta, pelo telefone (77) 3425-9330, e com a Comissão Permanente de Vestibular, pelo e-mail copeve@uesb.br ou pelos telefones (77) 3424-8607, em Conquista; (73) 3528-9695, em Jequié; e (77) 3261-8604, em Itapetinga.

Inspirado no livro homônimo do seu avô, Jorge Amado, Cecília Amado leva à tela Capitães da Areia (Brasil, 2010). As aventuras de Pedro Bala e seu bando, que povoam o imaginário popular desde 1937, quando o escritor publicou o livro. O romance se tornou um best seller – foram mais de 5 milhões de exemplares vendidos. É leitura realmente obrigatória nas escolas de Ensino Médio em todo o País, vestibulares e cursos universitários a cada geração.



De Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi, Persepolis (França, 2007) conta através de uma animação bem elaborada a autobiografia de Marjane Satrapi, adaptada do livro gráfico homônimo. É possível ver sua evolução como mulher em meio às turbulentas transformações políticas, sociais e religiosas do Irã.



Utopia e Barbárie (Brasil, 2009) do documentarista brasileiro Silvio Tendler reúne imagens de 19 anos de viagens: personalidades como Eduardo Galeano, Gianni Váttimo, Susan Contag e René Scherer falam dos sonhos da geração dos anos 60, que pensando em mudar o mundo teve que enfrentar a violência dos poderosos.


terça-feira, 24 de julho de 2012

Cine Jequié, de Robinson Roberto, será exibido em Salvador


O cineasta jequieense Robinson Roberto, pioneiro do Super 8, várias vezes premiado nos festivais nacionais da pequena bitola, exibe seu filme Cine Jequié hoje (24/07) à noite (ás 19h30) no Instituto Goethe/ICBA, no Corredor da Vitória em Salvador.

A exemplo do inesquecível drama italiano,  Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore, o documentário de Robinson Roberto é uma declaração de amor à sétima arte
Com  registros raros feitos por quem viveu os tempos áureos desta sala exibidora, onde começou, por sinal, suas atividades cineclubistas, o filme emociona os contemporâneos do cineasta e, com certeza, surpreende os mais novos. A entrada é franca.

Com informações do http://setarosblog.blogspot.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Morreu em Nova York a premiada roteirista de cinema Nora Ephron



Nora ganhou trêOscars
com comédia
s românticas
Morreu nesta terça-feira (26), aos 71 anos, em Nova York, a diretora e roteirista de cinema norte-americana Nora Ephron.
Ephron ganhou três Oscar na categoria roteiro original: por "Silkwood - O Retrato de uma Coragem" (1983), "Harry e Sally - Feitos um Para o Outro" (1989), este dirigido por Rob Reiner e estrelado por Billy Crystal e Meg Ryan e "Sintonia de Amor" (1993), com Meg Ryan e Tom Hanks nos papeis principais.
Conhecida por assinar comédias românticas, posteriormente fez roteiros para os sucessos "Michael - Anjo e Sedutor" (1996), com John Travolta, e "Mensagem Para Você" (1998), novamente estrelado por Ryan e Hanks.
Ephron começou a carreira nos anos 1960 como jornalista do New York Post com estilo de matérias integrados ao que ficou conhecido como movimento "New Journalism", em que o autor utiliza técnicas da ficção para narrar fatos reais. 
De acordo com o The New York Times, a causa da morte foi pneumonia provocada por leucemia mielóide aguda. 
Com informações do  The New York Times e: http://ultimosegundo.ig.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

Projeto Terças na Tela promove exibição de filmes nos Centros de Cultura da Bahia

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ursinho Pooh de volta para conquistar crianças e atiçar saudosismo nos mais velhos

O filme alavanca uma enxurrada de produtos com a imagem de Pooh
e sua turma: Tigrão, Leitão, Corujão, Coelho, Can, Guru e o burrinho Ió
 

Mais que um filme 'Winnie, the Pooh', em outros tempos conhecido como 'ursinho Puff', é um dos produtos mais rentáveis da Walt Disney de uma linha que inclui roupas, brinquedos, produtos de higiene, escolares e de festa. De acordo com Alysson Oliveira, do Cineweb "O filme que estreia somente em cópias dubladas, é um longo comercial de pouco mais de uma hora para atiçar nas crianças o desejo de consumir os produtos da linha". 
No filme, como nas histórias originais escritas por A. A. Miller, o simpático ursinho que adora mel, se mete em confusões na Floresta dos Cem Acres. Primeiro, participa de um concurso para encontrar nova cauda para o burrinho Ió. Mais tarde vai procurar seu amigo Christopher - nas versões mais antigas conhecido como Cristóvão -, e encontra um bilhete  que faz Pooh e seus amigos acreditarem que o garoto foi capturado por uma criatura chamada Voltologo. 
Walt Disney gostou muito das histórias dessa turma, comprou os direitos sobre os personagens e produziu três curtas animados (Winnie the Pooh an the Honey Tree” – 1966; Winnie the Pooh and the blustery day” – 1968 e Winnie the Pooh and tigger too! – 1974). Em 1977 foram reunidos no longa “As muitas aventuras do Ursinho Pooh” com cenas inéditas e um novo final. 
A grande aventura do Ursinho Pooh: À procura de Christopher Robin, lançado em 1997, foi o 2º longa metragem do personagem e conta a história da turminha procurando por Christopher Robin, que tinha ido para a escola. O Ursinho Pool retorna às telonas seis anos depois do filme “Pooh’s Heffalump Movie” ( “Pooh e o Elefante”), bastante criticado, com um faturamento de apenas US $ 18 milhões na bilheteria nacional. Merreca para o padrão Disney. No entanto, considerado a segunda maior franquia licenciada da marca, ficando atrás apenas de Mickey Mouse, as atenções se voltam novamente para a imagem do ursinho super meigo e sua turminha que logo estará estampada em uma enxurrada de mercadorias das mais comuns às mais inesperadas. 
John Lasseter, um dos mais importantes diretores de animações e dono da Pixar,  percebendo o inesgotável carisma do personagem resolveu alavancar o novo projeto de 'Winnie, the Pooh', de olho não apenas nas crianças, mas também em adultos mais nostálgicos. Por isso o novo filme vai na contramão da onda de animações extravagantes em 3D sendo exibido exclusivamente no formato convencional, numa alusão direta às raízes do personagem, criado em meados da década de 1920, em livros ilustrados por E. H. Shepard.
Dirigido por Stephen Anderson ('A Família do Futuro') e Don Hall (chefe de história de 'A Princesa e o Sapo', 'A Família do Futuro'), "Winnie, the Pooh" traz também de volta à cena  personagens que ficaram famosos com os livros e os desenhos: como Tigrão, Leitão, Corujão e o Coelho mal-humorado. 
Na carona da mesma motivação, os estúdios Disney planejam o primeiro longa metragem do trio Mikey, Donald e Pateta, até então compilados a partir de clássicos em formato de curtas.
Com informações da Agência Reuters, por Alysson Oliveira, do Cineweb, do blog http://gilbertocarlos-cinema.blogspot.com e http://www.pipocablog.pop.com.br

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Esta edição do paponline.com revela um pouco mais do inquieto artista jequieense Zéu Britto



Neste paponline.com tem Zéu Britto: ator, músico e poeta. Inquieto e multifacetado artista jequieense com trabalhos consagrados no teatro, no cinema e na tv. 
Zéu fala da sua infância, da sua trajetória, dos próximos projetos e do prazer por ter sido convidado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SECUT) para ser o mestre de cerimônia do São João de Jequié 2011.

Júlio Lucas – Lembro de você, garoto em Jequié, dizendo gostar de música clássica, ao mesmo tempo em que já fazia brincadeiras que se tornariam sucessos musicais na sua carreira. Você tinha ideia de que suas performances espontâneas iriam ser fundamentais na sua trajetória?

Zéu Britto - Júlio queridão, em primeiro lugar é um prazer falar pra ti pra meu povo que festejo e gosto tanto. Na verdade as brincadeiras de criança já são manifestações artísticas, inquietudes da persona, e graças a Deus sempre tive liberdade para ousar. Fiz do quintal um palco e da minha família, uma platéia, tem riqueza maior que essa? Tinha que ser criativo, afinal de contas cabrito da caatinga, come pedra, sobe ladeira e agüenta tudo!

Júlio Lucas – Você saiu de Jequié para fazer vestibular em Salvador e lá resolveu fazer o Curso Livre de Teatro da UFBA. Se não seguisse a carreira artística, qual seria sua área?

Zéu Britto - Minha paixão por desenho e pintura me motivou um bom tempo a querer ser arquiteto, sem contar a influência de meu primo Micheli Neto, decorador maravilhoso e premiado, quase segui a mesma carreira dele. Como tocava teclado e violão, compus e brinquei bastante, percebi que as pessoas adoravam as músicas, as performances, enfim, o chamado do palco foi definitivo.

Júlio Lucas – Do Curso Livre para uma longa temporada com o Los Catedrásticos. Dali em diante participações na TV, no cinema, assinando trilha sonora, fazendo shows, CD, DVD. Tudo aconteceu muito rápido ou você teve tempo para digerir esses processos de criação e atuação e ainda lidar com o sucesso?

Zéu Britto - A gente não sabe de nada, só segue os impulsos e vai, vai, cada vez mais fundo. Cada convite que recebo, tomo como se fosse uma missão, a medida que você cumpre as missões vai vendo mais longe, com clareza e assim vai alcançando os sonhos. O sucesso é a comprovação factual de que você nasceu pra fazer determinada coisa, está então no caminho certo.

Júlio Lucas – Seu trabalho é uma profusão de referências multiculturais. Existe alguma pista para contextualizá-lo? Tropicalista, pós-moderno, pós-tudo - como diria Lenine -, ou é um catalisador indefinível deste “tudo ao mesmo tempo agora”?


Zéu Britto - A profusão de Gênios que já fizeram e aconteceram na Bahia, no Brasil e no mundo é um mosaico tão incrível que se as gerações futuras tentarem entender  de forma segmentada nunca conseguirão. Lenine, Tom Zé, Paulo Dourado, todos estão certos, a mistura é que influencia, tudo já foi feito várias vezes neste mundo mas toda vez que um artista se propõe a rever e reinventar, manifesta-se ali algo novo. Eu sou um pós moderno no fim do mundo de ouvidos abertos e olhos arregalados!

Júlio Lucas – Seja na música, na TV, no cinema ou no teatro, seu humor original chega a promover certa simbiose entre o artista e o personagem. Michelle Nicié disse que “para dirigir um bicho-artista (como você) ...tem que deixar o bicho solto”. Isso ajuda ou atrapalha na hora de seguir o script?

Zéu Britto - Cada experiência apresenta uma nova dificuldade, tem personagens que cabe liberar o bicho e usar muito de minha natureza mas também sou cobrado aqui ou ali å mudar, sempre estarei aberto como argila e acredito em bons diretores artesãos

Júlio Lucas – O público conhece mais seu lado humorístico, mas você atuou recentemente em obras dramáticas no cinema: Trampolim do Forte e Capitães da Areia. Como foram essas experiências?

Zéu Britto – Fan club em “Trampolim do Forte” foi recebido com emoção, sabia que vindo de João Rodrigo seria um roteiro fora de série e não deu outra, o filme é lindo! Vivi um travesti que ajuda uma criança a vingar seu amor, durante as filmagens sentia a vibração da história. Já o “Capitães da Areia”, dirigido por Cecília Amado, eu faço um gago e canto uma canção de Batatinha “É Proibido Sonhar”, direção musical do mestre Carlinhos Brown, foi massa também, fiquem atentos quando estes filmes entrarem em cartaz.

Júlio Lucas – Música, poesia, cinema, teatro, tv? Quais das linguagens você se identifica mais?

Zéu Britto - Todas elas fluem, são braços de um só corpo, não conseguiria destacar uma apenas. Curto muito saber que cada dia tem uma missão diferente, um desafio...

Júlio Lucas – E os projetos? A agenda continua sempre repleta das multifacetas de Zéu Britto ou tem planos para se dedicar a um trabalho mais específico?

Zéu Britto – Fazer o show “Saliva me ao vivo” que deu origem ao DVD, até outubro já tem muita coisa bacana agendada, entrei numa farra chamada Zorra Total e está sendo divertido, vou compor uma trilha especial pro musical “Prisioneiros da Balança”, texto de Elísio Lopes e direção de Otávio Muller, este trio foi sucesso em Decameron, enfim, quanto mais coisas melhor.

Júlio Lucas – “Nada trava o talento”; um dia você disse isso numa entrevista para o Outro Papo, um jornal local? Você diria algo mais aos jovens talentos que estão neste momento lendo a entrevista e pensando nas dificuldades da própria carreira?

Zéu Britto – Todos estão cheios de chama artísticas, é uma riqueza muito grande. Todo mundo pode ter uma boa idéia, gravar em vídeo, pensar em tudo direitinho e mandar pra rede, quando menos espera é gol, sucesso, sem precisar se lançar em rede nacional numa grande emissora, hoje são infinitas as possibilidades, o que faz vencer é uma boa defesa da idéia, defenda sua idéia com unhas e dentes, eu repito sempre, nada trava o talento verdadeiro...

Júlio Lucas – Zéu, já pensou alguma vez em mudar o mundo? Se isso lhe fosse possível realizar, o que faria?

Zéu Britto - Mudar o mundo é um delírio que tem que ser cultivado na mente, idealizado, sonhado, pra quando o sujeito tiver a oportunidade, acrescentar algo que melhore a qualidade das coisas e das pessoas ao redor. Eu penso em mudar o mundo com a arte, minha arma branca, dando um enfoque alegre para os dramas, as mazelas, eu sinto uma necessidade de transformar os fatos pesados em leves ao meu redor, isso é pouco mas é a minha parte.

Júlio Lucas – Ser recebido em sua terra natal para apresentar o São João em homenagem a Elba Ramalho, tem um gostinho especial? O Que o povo de Jequié e visitantes podem esperar de Zéu no São João de Jequié?

Zéu Britto - É uma felicidade Júlio, sou fã de Elba, uma profissional impecável sempre, um símbolo do são joão belo e feliz do nordeste! Sou orgulhoso deste nordeste igual ela, Ave Maria, eu não sou nada sem minha raiz de memória, meu gestual, meu sotaque, minhas crenças, enfim, ta tudo em Jequié, nos espinhos de calumbi, na humildade engraçada do povo e na poesia espontânea de lá. Vou me sentir em casa quando for mestre de cerimônias da maior festa da minha cidade, espero todo mundo. No mais, um abraço pra você e para os leitores desta entrevista, lembranças saudosas å Vaninha, meus amigos Tede e Marlon, dona Fátima e seu Alírio, abraço fraterno para todos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


Dossiê Rê Bordosa, de César Cabral: um dos
curtas mais vistos na mostra do ano passado
Há 9 anos que o Dia Internacional da Animação é comemorado no mundo. No Brasil, é a 7ª edição desta data que representa o maior evento simultâneo do gênero, acontecendo em mais de 400 cidades brasileiras. Para cidades do porte de Jequié, estar inserida neste contexto, além de contribuir com a difusão do gênero animação, significa uma oportunidade para o público de ir ao cinema. A Mostra, aqui em Jequié, acontecerá na próxima quinta-feira (28), no Centro de Cultura ACM, ás 19:30h. E o melhor de tudo é que a entrada é franca e a classificação livre. 
No Brasil, o Dia Internacional da Animação é uma realização da Associação Brasileira de Cinema de Animação, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura, pelo Ministério da Cultura e conta com o patroicínio da Petrobras.