Este é o Miscelânea, por Júlio Lucas

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Acontece este fim de semana a segunda edição do Festival de Teatro de Bonecos da Bahia

Em 2011, A Lenda do Dragão Encantado, da Cia de Teatro O Ar da Caixola, de  Salvador, foi premiada nas categorias melhor espetáculo e melhor direção

Acontece este fim de semana, de sexta (14/12) a domingo (16/12), o II Festival de Teatro de Bonecos da Bahia. 
A edição deste ano apresenta montagens de Feira de Santana, "O aniversário da Princesinha Papelotes", Itaberaba, "O caminho da floresta", e da cidade Rio de Contas, "A arma secreta do coronel". 
De acordo com seus organizadores, o projeto, sob curadoria de Álvaro Araújo e direção de produção executiva de Alysson Andrade, tem entre seus principais objetivos o fomento da produção de espetáculos de teatro de animação, a colaboração na formação de multiplicadores do setor criativo, bem como possibilitar o surgimento de novos grupos no interior da Bahia. O festival conta com o patrocínio do Fundo de Cultura da Bahia, SecultBA e Funceb.
Os espetáculos acontecem no Centro de Cultura ACM, em Jequié, sempre às 15h. O acesso é gratuito e indicado para todas as idades. 


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Espetáculo/jogo Algaravias homenageia Waly Salomão

A expectativa de uma montagem em Jequié vem despertando a curiosidade de muita gente, inclusive a minha. “Algaravias - O Marujeiro da Lua”. Trata-se de um espetáculo/jogo, como seus próprios organizadores definiram, que se baseia na vida, na obra, e na poética do jequieense Waly Salomão. 
A própria divulgação do curioso espetáculo/jogo é um show à parte compartilhado nas redes sociais. As fotos do grupo com peças coloridas formando o nome "Algaravias" são inspiradas nas letras do poema "Alfa Alfavela Ville", de autoria de Waly, confeccionadas pelos artistas plásticos Oscar Ramos e Luciano Figueiredo, que resultaram em uma performance coletiva com outros artistas na praia de Copacabana. O registro original aconteceu em 1972 pelo cineasta Ivan Cardoso para a revista "Navilouca". 
Seguindo a tendência do poeta homenageado que buscou outras possibilidades para sua poesia, além do papel, a estreia acontece nas dependências do belíssimo Museu Histórico de Jequié. 
As surpresas não param por aí: quem quiser assistir ao espetáculo montado pelo GPO - Grupo de Pesquisa Olaria, basta levar um livro de poesia. Isso mesmo, um livro de poesia. Atenção que os ingressos serão trocados uma hora antes no próprio Museu. O espetáculo/jogo vai acontecer no próximo fim de semana (de 13 a 16 de dezembro). 
A Direção e Dramaturgia é de Roberto de Abreu. Os Jogadores: Emanuelle Nascimento, Jomir Gomes, Matheus Xavier, Mônica Alves, Mylena Oliveira, Pyter Rodrigues. Assistência de direção: Silvana.
Parece que finalmente sintonizaram o espírito criativo e transgressivo do filho ilustre de Jequié que nunca prescindiu das sua terra natal. Me arrisco em dizer: ainda não vi, mas já gostei.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

IMPERDÍVEL: A hilária trupe da Patifaria chega a Jequié com o requintado "Siricotico, uma comédia do balacobaco"



A consagrada Cia Baiana de Patifaria retorna ao palco do Centro de Cultura de Jequié neste fim de semana com apresentações de quinta a sábado (18,19 e 20 de outubro). Desta vez a trupe apresenta as personagens de "Siricotico, uma comédia do balacobaco". 
O espetáculo mostra as confusões vividas por uma trupe de teatro na tentativa de montar um novo espetáculo e reconquistar o sucesso com o seu público. Siricotico, uma comédia do balacobaco tem direção de Fernanda Paquelet e texto de Vinnicius Morais e Lelo Filho. Em cena, os atores Lelo Filho, Jarbas Oliver, Nilson Rocha e Alexandre Moreira vivem 20 personagens inspirados nas comédias clássicas de Moliére e Pirandello. Cheia de reviravoltas, Siricotico apresenta, de maneira irreverente e bem humorada, os bastidores do teatro, narrando às aventuras da trupe de atores Os Tartufos, que, endividada, decide procurar um empresário capaz de dar o patrocínio do grupo – desde que sua filha, aspirante à atriz, seja a estrela do espetáculo. A confusão piora quando uma diva dos palcos da Corte é convidada para o elenco, garantindo altas doses de humor com direito a crises artísticas, testes de elenco, brigas de ego, busca pela celebridade instantânea e uma estréia nada ortodoxa. 

Data: 18, 19 e 20 (quinta, sexta e sábado), de outubro de 2012 sempre às 20h
Local: Centro De Cultura - Jequié
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação: 16 anos
Realização: Astro Brayner Produções e Eventos

Inscrições para o II Festival de Teatro de Bonecos da Bahia vão até o final de novembro


As inscrições para participar do II Festival de Teatro de Bonecos da Bahia, estão abertas até 30 de novembro de 2012. O evento será realizado em Jequié, no Centro de Cultura ACM, no período de 11 a 16 de dezembro de 2012.
Esta é a segunda edição desta iniciativa de fomento ao teatro de bonecos realizada no estado da Bahia. A primeira vez aconteceu em 2010 e foi sucesso com apresentações de espetáculos produzidos por companhias de Salvador, Itabuna, Feira de Santana, Jequié, entre outras cidades. 
Este ano, o festival oferecerá 8 mil reais em dinheiro a título de premiações em diversas categorias. Para participar Acesse aqui o regulamento do II Festival de Teatro de Bonecos da Bahia, e Acesse aqui a ficha de inscrição e todos os anexos 

Orientação para baixar a Ficha de Inscrição:
O arquivo está hospedado no site "4shared". Depois de clicar no link, é só clicar no botão azul escrito "download" e depois clicar em "Free download". 

Com informações do blog Enfoque Cultural: http://enfoquecultural.blogspot.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cia Baiana de Patifaria retorna a Jequié com "A Bofetada" depois de seis anos



Com um público de mais de um milhão e meio de espectadores e um repertório de sete espetáculos (“Abafabanca”, “A Bofetada”, “Noviças Rebeldes”, “3 em 1”, “A Vaca Lelé”, “Capitães da Areia” e ‘Siricotico”), a Companhia Baiana de Patifaria celebra um quarto de século nos palcos em 2012 e escolheu alguns dos principais pólos culturais da Bahia para fazerem parte de sua Turnê Nacional, que segue rumo ao Rio e São Paulo, ainda no segundo semestre. 
Em 2012, “A BOFETADA”, segunda montagem da trupe, também, comemora aniversário, são 24 anos desde sua estréia, em 1988. O elenco, formado por Nilson Rocha, Alexandre Moreira, Jarbas Oliver e Lelo Filho, que também assina a direção, estabelece uma relação direta e de grande empatia com a platéia tornando cada apresentação imprevisível. Os “patifes” da Cia Baiana retornam com “A BOFETADA” a Jequié depois de seis anos que foi apresentada na cidade e anunciam trazer em breve ‘Siricotico, uma comédia do balacobaco”, sua mais recente montagem. 
A curta temporada de “A BOFETADA” em Jequié terá quatro apresentações no Centro de Cultura, dias 02 a 05 (quinta a domingo) de agosto de 2012, às 20h.
Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente com preço promocional até o dia 2 no Silvany e na SWS Informática. Dia 2 (quinta feira) R$ 20,00, dias 3 a 5 (sexta a domingo) R$ 30,00. Na bilheteria do Centro de Cultura, para qualquer um dos dias, estarão à venda ao preço de R$ 40,00 (int.) e R$ 20,00 (meia).

quarta-feira, 14 de março de 2012

De volta aos anos 50 no Centro de Cultura de Jequié

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Peça inspirada na literatura de cordel retrata a controvertida figura de Lampião



A Cia Grigri - Trupe da Biblioteca Itinerante - (Secretaria Municipal de Educação e Cultura da Prefeitura de Itabuna) apresenta em Jequié hoje à noite (15/02) o espetáculo "Lampião, com esse pecado não". A peça retrata o imaginário popular do cotidiano do famigerado cangaceiro em suas ações desafiadoras nas bandas do sertão brasileiro e sua audaciosa peleja com São Pedro para entrar no céu. A trama, inspirada na literatura de cordel, envolve o espectador num jogo de tomada de decisão, permitindo à plateia formar sua opinião própria a respeito de lendário cangaceiro: herói ou bandido? 
A montagem tem circulado por várias cidades através do Verão Cênico, projeto de difusão do Teatro da Bahia que reúne produções profissionais, grupos de teatro de rua e grupos de teatro amador de todo o estado. No total serão 176 apresentações promovidas na capital e em cinco cidades do interior baiano. 
O espetáculo acontece em Jequié nesta quarta (15), às 20h, no Centro de Cultura ACM. O ingresso é 1 real. (FOTO: divulgação).


sábado, 17 de dezembro de 2011

Três grandes perdas no mundo das artes neste sábado (17): Cesária Évora, Sérgio Britto e Joãosinho Trinta

Cesária Évora: A diva dos pés descalços 

A cantora cabo-verdiana Cesária Évora morreu hoje, aos 70 anos, no Hospital Baptista de Sousa, na ilha de São Vicente, Cabo Verde, por “insuficiência cardio-respiratória aguda e tensão cardíaca elevada”. 
A notícia foi confirmada pelo diretor clínico do hospital, Alcides Gonçalves. A morte ocorreu por volta das 11h20. 
A “diva dos pés descalços”, como a imprensa gostava de se referir a Cesária Évora, nasceu na cidade do Mindelo, na ilha cabo-verdiana de São Vicente, em 27 de agosto de 1941, no seio de uma família de músicos.
Considerada a "embaixadora da morna", música que transmite a melancolia das ilhas cabo-verdianas, gravou 24 discos, entre originais, ao vivo e em parceria com outros artistas de vários países.
Graças ao seu talento interpretativo e sua voz de rara beleza, Cesária Évora tornou-se a cabo-verdiana mais conhecida internacionalmente. Como declarou para a imprensa, “Cantava ao ar livre, nas praças da cidade, para afastar coisas tristes”. Aos 16 anos, cantava nos bares da cidade e hotéis, ganhando uma legião de fãs que a aclamavam como “rainha da morna”.
Em 1975, durante a independência da nação africana, Cesária entrou em um período de depressão e problemas com alcoolismo e parou de cantar. Por um longo período enfurnada dentro de sua casa a cantora de Cabo Verde deixou de encantar o mundo com sua voz única, forte e balançada.
Em 1985, "Cise", como era chamada pelos amigos, gravou um disco em Lisboa despercebido pela crítica. Foi "redescoberta" em Paris de onde partiu para os palcos do mundo. Em 1988, gravou “La diva aux pied nus”, álbum desta vez aclamado pela crítica. Nesta fase da sua carreira, o empresário francês José da Silva tem um papel fundamental, e a acompanhou até ao final da sua vida.
Em 1992, Cesária Évora gravou “Miss Perfumado”, disco bastante vendido no Brasil, e aos 47 anos torna-se uma “estrela” internacional no mundo da world music, fazendo parcerias com importantes músicos no mundo.
No Brasil, ficou mais conhecida após gravar com Caetano Veloso. Também registrou com sua voz a clássica e melancólica “Negue”, de Adelino Moreira. 
Em 2004, recebeu um Grammy para o Melhor Álbum de world music contemporânea, pelo disco “Voz d’Amor”. Em 2009, recebeu das mãos do Presidente francês Nicolas Sarkozy a medalha da Legião de Honra.
No dia 24 de Setembro, numa entrevista ao Le Monde, a cantora afirma que tem de terminar a carreira por conselho médico. A sua promotora, Tumbao, emite um comunicado confirmando as declarações da “diva dos pés descalços” e dando conta da tristeza que sentia por ter de o fazer. Nesse mesmo dia, ao princípio da tarde, a cantora foi internada no hospital parisiense de Pitie-Salpetriere, por ter sofrido mais um acidente vascular cerebral (AVC).

Morre no Rio ator Sérgio Britto




Morreu aos 88 anos, na manhã deste sábado (17/12) no Hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, o ator e diretor Sérgio Britto. Um dos grandes expoentes do teatro brasileiro, ele estava internado há cerca de um mês, por conta de problemas cardiorrespiratórios, após sofrer uma queda. 
O governador do Rio, Sérgio Cabral, divulgou nota lamentando a morte de Sérgio Britto e decretou luto por três dias. 
Trabalhou nas companhias de Madalena Nicol, Maria Della Costa e no Teatro do Arena, no qual fez a primeira encenação em que se sentia se encontrando como ator: “Uma mulher e três palhaços”, de Marcel Achard, com direção de José Renato. 
Ao longo da vida atuou no teatro, na TV e no cinema. Em 2010, o ator lançou a autobiografia "O teatro e eu", em que passa a limpo os 65 anos de carreira. A última atuação, no ano passado, foi em “Recordar é viver”.
O corpo de Sérgio Britto será velado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Festival de Teatro promove arte e diversão na semana do Natal

Dramatização de “Nós”, um dos espetáculos presentes no III FTSB
O Festival de Teatro do Sudoeste Baiano é uma boa pedida cultural para o fim de ano em Jequié. Em sua terceira edição, o evento que vai acontecer durante a semana que antecede o Natal apresenta oito espetáculos de companhias da região sudoeste. Além de Jequié, que sedia o evento, mais quatro cidades estarão representadas este ano: Itororó, Barra do Choça, Cândido Sales, e Vitória da Conquista.
O festival coordenado pelo diretor teatral Ricardo Barnabé e o produtor cultural Alysson Andrade conta com o patrocinado do Fundo de Cultura da Bahia (SecultBA). O objetivo é estimular a circulação e a difusão da produção teatral realizada no interior do estado, bem como incentivar a formação de plateia e promover oficinas de capacitação. Este ano, a organização oferece um total de R$ 7,5 mil em premiações, troféus e certificados de participação. 
O evento acontece de 18 a 23 de dezembro, gratuitamente, no Centro Estadual de Cultura ACM. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Peça inspirada nas canções de Chico Buarque se apresenta em Jequié

Inspirado nas canções de Chico Buarque, o texto de "Chicos, a comédia que todos querem ver" de autoria da premiada diretora Suzana Vega reúne muitas situações cotidianas com as quais o público se identifica.
O espetáculo ambientado em grande parte em uma irreverente favela leva o público às gargalhadas e a se emocionar com uma história surpreendente com personagens que conquistam o público do início ao fim.
Sucesso de público da Cia Teatrelados de Teatro, a montagem tem o texto sempre atualizado fazendo o expectador experimentar distintas emoções, cada vez que assiste a peça.
"Chicos, a comédia que todos querem ver" ficou em cartaz nos meses de setembro e outubro, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves. Agora a cia se apresenta nos dias 9 e 10 de dezembro no Centro de Cultura ACM, em Jequié, às 20h.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

"Deus e o Diabo na Terra do Sol - em memória de Glauber" vai circular pelo sertão baiano em 2012

O projeto de circulação teatral intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol – em memória de Glauber”, adaptado para o teatro pelo diretor Ricardo Barnabé, tem como proponente o Grupo Mutirão de Teatro de Jequié, entidade de utilidade pública municipal. A iniciativa conta com o patrocínio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, através da Secult-BA.
A proposta cultural além de promover a difusão da obra do artista que tinha “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”, faz uma justa homenagem pelos 30 anos de falecimento de um dos maiores cineastas do Brasil. O projeto pretende percorrer o sertão baiano levando 13 apresentações do espetáculo teatral baseado na obra de Glauber Rocha, bem como exibições de filmes e vídeo-documentário, exposição de fotos e recortes de matérias jornalísticas, além de um bate-papo sobre a vida e obra do artista em praças públicas, em consonância com o Tempo Glauber.
“No interior ainda é muito difícil executar um projeto cultural por meio de captação de recurso via dedução fiscal. O Executivo Municipal sempre alega não dispor de recursos para a Cultura. Lutamos muito para realizar esse projeto. Já batemos em todas as portas possíveis. Ao receber a notícia oficial de que fomos selecionados ao patrocínio direto do Fundo de Cultura da Bahia para circular pelo sertão com o espetáculo - nos mesmos lugares onde foi filmado Deus e o Diabo na Terra do Sol - homenageando Glauber, sentei-me de tanta emoção diante da possibilidade de realizar um sonho que carrego comigo há muitos anos junto com o grupo Mutirão de Teatro”, conta Ricardo Barnabé, diretor do espetáculo.
O cartaz da circulação do espetáculo foi adaptado em reverência e alusão a criação original de Rogério Duarte, mantendo a tipologia e substituindo descrições e a imagem do ator Othon Bastos por Glauber Rocha. A arte entrou para a história do cartazismo e do “design” gráfico nacional, tanto pela importância do filme como pela criação gráfica. Mais uma entre as tantas e belas criações de artistas plásticos baianos como Rogério Duarte, Edinízio Ribeiro (em memória) e Adilson Carvalho (Dicinho), o último, autor de esculturas, instalações artísticas e criações gráficas antológicas a exemplo das capas dos LP`s “Cara e Coração”, lançado por Moraes Moreira, em 1976 e “GAL”, de 1969, lançado pela cantora Gal Costa.
Segundo a direção de Produção Executiva do espetáculo “Deus e o Diabo na Terra do Sol – em memória de Glauber”, assinada por Alysson Andrade, o roteiro de viajem e apresentações pelo sertão baiano está assim definido: FEVEREIRO 2012 - 4 e 5. Cipó; 8 e 9. Tucano; 11 e 12. Banzaê; 15 e 16. Antas; 18 e 19. Jeremoabo; 22 e 23. Paulo Afonso; 25 e 26. Glória; 29. Rodelas. MARÇO 2012 - 01. Rodelas; 3 e 4. Barra do Tarrachi; 7 e 8. Macureré; 10 e 11. Canudos; 14 e 15. Monte Santo (celebração pública do aniversário de nascimento de Glauber Rocha, onde foi filmado "Deus e o Diabo na terra do sol"); 17 e 18. Euclides da Cunha.

(Texto: Assessoria de Comunicação do Projeto)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

4ª etapa do Palco Giratório apresenta Cabanagem em Jequié neste fim de semana

sexta-feira, 8 de julho de 2011

7 Conto – A Comédia, com Luis Miranda no Centro de Cultura de Jequié

Os 7 personagens hilários criados por Luis Miranda inspirados na vida real

Acontece em curta temporada de 15 (Sexta) a 17 (Domingo) no Centro de Cultura ACM em Jequié, sempre às 20h , apresentação do ator Luis Miranda com o espetáculo 7 Conto - A Comédia. O texto é do próprio ator e a direção, de Ingrid Guimarães. Os ingressos custam 30 reais (inteira) e 15 reais (Meia -aposentados, estudantes e maiores de 60 anos). Vendas Antecipadas: na Silvany e SWS Informática. A produção local é de Astro Brayner Produções e Eventos.
Nesta montagem o ator Luis Miranda (o Jorge do seriado Batendo Ponto, da Rede Globo, e um dos criadores do Terça Insana) lança mão de todo seu talento de humorista para dar vida a sete personagens criados por ele mesmo, conheça um pouco de cada um deles antes que eles te façam morrer de rir no teatro: 
Caroline – uma criança negra que não se identifica com os personagens das histórias infantis e quer ser atriz; 
Detona – ele tem convicção de que a classe privilegiada é injustiçada e a defende com unhas e dentes; 
Dona Arminda – aposentada e muito velhinha, ela vive em crise por conta da parafernália do mundo moderno para a qual não está preparada. 
Dona Editi – em seu programa Editi Corte & Economize ela dá dicas de economia, política, culinária e ainda ensina como educar os filhos na favela; 
McDollar – cantor de rap rico, fala dos preconceitos que a elite sofre por parte dos desfavorecidos; 
Queixada – guardador de carros que perdeu o juízo por completo; 
Sheilla - vive no mundo da futilidade, das altas rodas no jet set. Quando gasta dinheiro, não lembra como nem quanto - e não está minimamente interessada em saber.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

São João de Jequié já começou com a abertura da Vila Junina

Teatro Mambembe anima a Vila Junina
contando a história de Elba Ramalho
Foi aberta nesta terça-feira (14) oficialmente a Vila Junina. A festa aconteceu na praça Ruy Barbosa, com fogos de artifícios e muita música. Estiveram presentes, o prefeito de Jequié, Luiz Carlos Amaral, ao lado do secretário de Cultura e Turismo, Robério Chaves, entre outros secretários, vereadores da base aliada e várias autoridades, além de jornalistas e populares. 
O Coro Municipal, regido pelo maestro Vankleber Vitório, abriu os festejos cantando vários clássicos juninos no palco circular instalado no centro da praça. Em seguida teve apresentação de Teatro Mambembe contando a história de Elba Ramalho, homenageada da festa este ano, e muito forró pé de serra. Pena que uma fina chuva ofuscou um pouco o brilho e a animação da festa.
(FOTO: Zenilton Meira / Site oficial da Prefeitura Municipal de Jequié)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Companhia dramatiza clássicos da literatura cobrados em vestibular


A Companhia Aquário de Teatro, através da Fogo Produções e Astro Brayner Produções e Eventos apresenta em Vitória da Conquista e em Jequié Cenas Literárias. Projeto que envolve a dramatização da Invenção de Orfeu, O Amanuense Belmiro e Memórias Póstumas de Brás Cubas. 
Os espetáculos foram montados com intuito didático de familiarizar os estudantes com essas três obras literárias cobradas no vestibular da UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. A Companhia Aquário de Teatro é dirigida por Patrícia Chaves, professora de teatro da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB. 
Em Vitória da Conquista as peças serão apresentadas nos próximos dias 14, 15 e 16 de junho no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e em Jequié nos dias 17, 18 e 19 no Centro de Cultura ACM. Preços promocionais na compra de ingressos para as três apresentações: 30 reais. A vulso, para uma só apresentação, o valor é 15 reais (meia).


Veja programação e sinopse dos espetáculos em Jequié:


Dia 17 (sexta) - Invenção de Orfeu
A peça mostra cinco atores de teatro tentando preparar um espetáculo cujo tema é a obra de Jorge de Lima intitulada “Invenção de Orfeu” para um festival de teatro. Durante a tentativa, os atores pesquisam sobre o autor, a obra e declamam os poemas.

Dia 18 (sábado) - O Amanuense Belmiro
O Amanuense Belmiro Borba, personagem central, homem tímido e sonhador e ao mesmo tempo dotado de grande capacidade de observar a si e aos outros, refugia-se nos sonhos, nas ilusões, raramente enfrenta a realidade, é incapaz de ações incisivas. O mundo pequeno desse homem é revelado gradativamente, por meio de uma espécie de diário, em que procuraria registrar cenas do cotidiano e reflexões e recordações.

Dia 19 (domingo) - Memórias Póstumas de Brás Cubas
Após morrer em 1869, Brás Cubas decide aproveitar a eternidade escrevendo suas memórias. Do nascimento até o fim de sua vida passando por sua infância, seu primeiro amor e o amor por uma mulher casada. Tudo com direito a detalhes e ironias de quem está indo desta para a melhor.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Esta edição do paponline.com revela um pouco mais do inquieto artista jequieense Zéu Britto



Neste paponline.com tem Zéu Britto: ator, músico e poeta. Inquieto e multifacetado artista jequieense com trabalhos consagrados no teatro, no cinema e na tv. 
Zéu fala da sua infância, da sua trajetória, dos próximos projetos e do prazer por ter sido convidado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SECUT) para ser o mestre de cerimônia do São João de Jequié 2011.

Júlio Lucas – Lembro de você, garoto em Jequié, dizendo gostar de música clássica, ao mesmo tempo em que já fazia brincadeiras que se tornariam sucessos musicais na sua carreira. Você tinha ideia de que suas performances espontâneas iriam ser fundamentais na sua trajetória?

Zéu Britto - Júlio queridão, em primeiro lugar é um prazer falar pra ti pra meu povo que festejo e gosto tanto. Na verdade as brincadeiras de criança já são manifestações artísticas, inquietudes da persona, e graças a Deus sempre tive liberdade para ousar. Fiz do quintal um palco e da minha família, uma platéia, tem riqueza maior que essa? Tinha que ser criativo, afinal de contas cabrito da caatinga, come pedra, sobe ladeira e agüenta tudo!

Júlio Lucas – Você saiu de Jequié para fazer vestibular em Salvador e lá resolveu fazer o Curso Livre de Teatro da UFBA. Se não seguisse a carreira artística, qual seria sua área?

Zéu Britto - Minha paixão por desenho e pintura me motivou um bom tempo a querer ser arquiteto, sem contar a influência de meu primo Micheli Neto, decorador maravilhoso e premiado, quase segui a mesma carreira dele. Como tocava teclado e violão, compus e brinquei bastante, percebi que as pessoas adoravam as músicas, as performances, enfim, o chamado do palco foi definitivo.

Júlio Lucas – Do Curso Livre para uma longa temporada com o Los Catedrásticos. Dali em diante participações na TV, no cinema, assinando trilha sonora, fazendo shows, CD, DVD. Tudo aconteceu muito rápido ou você teve tempo para digerir esses processos de criação e atuação e ainda lidar com o sucesso?

Zéu Britto - A gente não sabe de nada, só segue os impulsos e vai, vai, cada vez mais fundo. Cada convite que recebo, tomo como se fosse uma missão, a medida que você cumpre as missões vai vendo mais longe, com clareza e assim vai alcançando os sonhos. O sucesso é a comprovação factual de que você nasceu pra fazer determinada coisa, está então no caminho certo.

Júlio Lucas – Seu trabalho é uma profusão de referências multiculturais. Existe alguma pista para contextualizá-lo? Tropicalista, pós-moderno, pós-tudo - como diria Lenine -, ou é um catalisador indefinível deste “tudo ao mesmo tempo agora”?


Zéu Britto - A profusão de Gênios que já fizeram e aconteceram na Bahia, no Brasil e no mundo é um mosaico tão incrível que se as gerações futuras tentarem entender  de forma segmentada nunca conseguirão. Lenine, Tom Zé, Paulo Dourado, todos estão certos, a mistura é que influencia, tudo já foi feito várias vezes neste mundo mas toda vez que um artista se propõe a rever e reinventar, manifesta-se ali algo novo. Eu sou um pós moderno no fim do mundo de ouvidos abertos e olhos arregalados!

Júlio Lucas – Seja na música, na TV, no cinema ou no teatro, seu humor original chega a promover certa simbiose entre o artista e o personagem. Michelle Nicié disse que “para dirigir um bicho-artista (como você) ...tem que deixar o bicho solto”. Isso ajuda ou atrapalha na hora de seguir o script?

Zéu Britto - Cada experiência apresenta uma nova dificuldade, tem personagens que cabe liberar o bicho e usar muito de minha natureza mas também sou cobrado aqui ou ali å mudar, sempre estarei aberto como argila e acredito em bons diretores artesãos

Júlio Lucas – O público conhece mais seu lado humorístico, mas você atuou recentemente em obras dramáticas no cinema: Trampolim do Forte e Capitães da Areia. Como foram essas experiências?

Zéu Britto – Fan club em “Trampolim do Forte” foi recebido com emoção, sabia que vindo de João Rodrigo seria um roteiro fora de série e não deu outra, o filme é lindo! Vivi um travesti que ajuda uma criança a vingar seu amor, durante as filmagens sentia a vibração da história. Já o “Capitães da Areia”, dirigido por Cecília Amado, eu faço um gago e canto uma canção de Batatinha “É Proibido Sonhar”, direção musical do mestre Carlinhos Brown, foi massa também, fiquem atentos quando estes filmes entrarem em cartaz.

Júlio Lucas – Música, poesia, cinema, teatro, tv? Quais das linguagens você se identifica mais?

Zéu Britto - Todas elas fluem, são braços de um só corpo, não conseguiria destacar uma apenas. Curto muito saber que cada dia tem uma missão diferente, um desafio...

Júlio Lucas – E os projetos? A agenda continua sempre repleta das multifacetas de Zéu Britto ou tem planos para se dedicar a um trabalho mais específico?

Zéu Britto – Fazer o show “Saliva me ao vivo” que deu origem ao DVD, até outubro já tem muita coisa bacana agendada, entrei numa farra chamada Zorra Total e está sendo divertido, vou compor uma trilha especial pro musical “Prisioneiros da Balança”, texto de Elísio Lopes e direção de Otávio Muller, este trio foi sucesso em Decameron, enfim, quanto mais coisas melhor.

Júlio Lucas – “Nada trava o talento”; um dia você disse isso numa entrevista para o Outro Papo, um jornal local? Você diria algo mais aos jovens talentos que estão neste momento lendo a entrevista e pensando nas dificuldades da própria carreira?

Zéu Britto – Todos estão cheios de chama artísticas, é uma riqueza muito grande. Todo mundo pode ter uma boa idéia, gravar em vídeo, pensar em tudo direitinho e mandar pra rede, quando menos espera é gol, sucesso, sem precisar se lançar em rede nacional numa grande emissora, hoje são infinitas as possibilidades, o que faz vencer é uma boa defesa da idéia, defenda sua idéia com unhas e dentes, eu repito sempre, nada trava o talento verdadeiro...

Júlio Lucas – Zéu, já pensou alguma vez em mudar o mundo? Se isso lhe fosse possível realizar, o que faria?

Zéu Britto - Mudar o mundo é um delírio que tem que ser cultivado na mente, idealizado, sonhado, pra quando o sujeito tiver a oportunidade, acrescentar algo que melhore a qualidade das coisas e das pessoas ao redor. Eu penso em mudar o mundo com a arte, minha arma branca, dando um enfoque alegre para os dramas, as mazelas, eu sinto uma necessidade de transformar os fatos pesados em leves ao meu redor, isso é pouco mas é a minha parte.

Júlio Lucas – Ser recebido em sua terra natal para apresentar o São João em homenagem a Elba Ramalho, tem um gostinho especial? O Que o povo de Jequié e visitantes podem esperar de Zéu no São João de Jequié?

Zéu Britto - É uma felicidade Júlio, sou fã de Elba, uma profissional impecável sempre, um símbolo do são joão belo e feliz do nordeste! Sou orgulhoso deste nordeste igual ela, Ave Maria, eu não sou nada sem minha raiz de memória, meu gestual, meu sotaque, minhas crenças, enfim, ta tudo em Jequié, nos espinhos de calumbi, na humildade engraçada do povo e na poesia espontânea de lá. Vou me sentir em casa quando for mestre de cerimônias da maior festa da minha cidade, espero todo mundo. No mais, um abraço pra você e para os leitores desta entrevista, lembranças saudosas å Vaninha, meus amigos Tede e Marlon, dona Fátima e seu Alírio, abraço fraterno para todos.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Tribos do Rock desta semana tem Arte in Cena


O Tribos do Rock deste sábado recebe mais uma vez a presença da Blues in Off nos estúdios da 105 FM. O encontro desta vez é para falar do projeto Arte in Cena. Evento inédito que vai acontecer na noite de 3 de junho no Centro de Cultura de Jequié envolvendo música, teatro e poesia. 
Durante o TdR, como já é de praxe, vai rolar um bom papo pontuado por som ao vivo e muito rock'n'roll da programação e dos pedidos dos ouvintes. 
Arte in Cena é uma realização da Blues in Off e contará com a participação de Jomir (ator jequieense revelado por uma companhia e que desde então tem percorrido o Brasil com várias peças teatrais) e convidados. 
O TdR acontece todo sábado, das 20 às 22h, na 105 FM, com Júlio Lucas no comando. O programa pode ser ouvido em Jequié sintonizando a frequência 104,9 no dial do seu rádio ou em qualquer parte do mundo pelo site www.105jequie.com.br. O público também pode participar pelo fone (73) 3525-2273 pedindo músicas e dando sugestões. 


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Arte in Cena reune Blues, Teatro, Poesia e Convidados no Centro de Cultura de Jequié


terça-feira, 24 de maio de 2011

Centro de Cultura de Jequié passa a ser gerido integralmente pelo Estado

Centro de Cultura de Jequié - o primeiro no estado a ter
gestão modificada -  receberá reforma e aparelhamento


Em nota oficial a Secult - Secretaria de Cultura do Estado da Bahia confirma que o Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, de Jequié, foi o primeiro entre 17 espaços da capital e do interior a ter sua gestão modificada. 
Após reunião realizada na sexta-feira (20) por volta das 10h30, no Palácio Rio Branco, no gabinete do secretário de Cultura do Estado, Albino Rubim, com o prefeito de Jequié, Luiz Amaral e o secretário de Cultura e Turismo do município, Robério Chaves, ficou definido que o Centro de Cultura de Jequié passa a ser gerido integralmente pelo Estado.
Inaugurado em 2000, embora sem nenhuma formalização contratual, o Centro de Cultura de Jequié foi administrado durante esses anos de maneira compartilhada entre a Prefeitura e o Governo do Estado. Os custos arcados pela Prefeitura, principalmente com água, energia, telefone e pessoal, e a necessidade de reforma e manutenção foram responsáveis por uma série de debates e reuniões sobre o Centro de Cultura de Jequié.
A mudança tem sido bem recebida por boa parte das pessoas ligadas às artes e produções culturais. Com a economia, a Secut de Jequié pretende implementar ações voltadas para potencialização dos espaços culturais do Município. 
A transição, de acordo com Robério Chaves, vai acontecer paulatinamente, para não afetar as atividades do importante aparelho cultural. Com isso a antiga Casa da Itália, rebatizada como Casa das Etnias, passa por adaptações para abrigar a nova sede da Secretaria de Cultura e Turismo do Município no próximo semestre. A partir do dia 1º de junho, no entanto, a Secut deverá ser transferida para a Casa da Cultura Pacífico Ribeiro, onde funcionará no período junino a Central do São João.



Segue nota oficial da Secult: 

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VALORIZAÇÃO DOS CENTROS DE CULTURA DO INTERIOR
Espaços culturais do interior do estado passam a ser geridos pela Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura, ganhando programação diversificada e potencializando sua atuação na região

A Reforma Administrativa aprovada recentemente pelo Governador Jaques Wagner foi responsável pela consolidação de importantes estruturas do organograma da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT) e por mudanças na gestão de alguns espaços – entre eles, os Centros de Cultura do interior. A reforma prevê o deslocamento da administração dos  17 centros localizados na capital e no interior da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) para a Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (SUDECULT), ligada diretamente ao organograma do gabinete da SECULT.
A nova política da Secretaria para os Centros de Cultura do interior visa, em primeira instância, aproximar a gestão destes espaços das políticas de territorialização implementada pela SUDECULT, responsável, entre outras ações, pela organização da Conferência Estadual de Cultura e pelo Fórum de Dirigentes Municipais de Cultura. Esta mudança também vai possibilitar a diversificação da programação dos Centros, que passam a receber atividades não apenas da Fundação Cultural, mas das outras unidades da SECULT, como a Fundação Pedro Calmon, responsável pelas políticas para o livro e leitura, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia, que cuida do patrimônio material e imaterial baiano e realiza diversas atividades voltadas para a educação patrimonial, sítios arqueológicos e etc.
Para possibilitar a implementação dessas novas diretrizes para os Centros de Cultura, a gestão completa destes equipamentos - sua administração e custeio - será realizada pela Secretaria de Cultura. Neste sentido, o primeiro Centro de Cultura a ter sua gestão modificada foi o de Jequié, que antes era administrado de maneira compartilhada com a Prefeitura Municipal desta cidade e, a partir de agora, passa a ser gerido integralmente pela SECULT. O próximo passo é a revisão do convênio com a Prefeitura de Mutuípe. Depois disso, a Secult passar a ser responsável pela administração direta  dos seus 17 espaços na capital e no interior.       
A colaboração com instituições regionais, como prefeituras, universidades e outras instituições culturais, continuará sendo estimulada, já que a intenção da Secretaria é potencializar a atuação desses espaços nos municípios que o sediam, mas também no seu entorno, transformando-o em pontos de irradiação das ações da Secult nos Territórios de Identidade. No entanto, estes trabalhos colaborativos e em parceria vão implicar em negociações futuras e na formalização de novos convênios com as instituições interessadas.