Este é o Miscelânea, por Júlio Lucas

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Acontece este fim de semana a segunda edição do Festival de Teatro de Bonecos da Bahia

Em 2011, A Lenda do Dragão Encantado, da Cia de Teatro O Ar da Caixola, de  Salvador, foi premiada nas categorias melhor espetáculo e melhor direção

Acontece este fim de semana, de sexta (14/12) a domingo (16/12), o II Festival de Teatro de Bonecos da Bahia. 
A edição deste ano apresenta montagens de Feira de Santana, "O aniversário da Princesinha Papelotes", Itaberaba, "O caminho da floresta", e da cidade Rio de Contas, "A arma secreta do coronel". 
De acordo com seus organizadores, o projeto, sob curadoria de Álvaro Araújo e direção de produção executiva de Alysson Andrade, tem entre seus principais objetivos o fomento da produção de espetáculos de teatro de animação, a colaboração na formação de multiplicadores do setor criativo, bem como possibilitar o surgimento de novos grupos no interior da Bahia. O festival conta com o patrocínio do Fundo de Cultura da Bahia, SecultBA e Funceb.
Os espetáculos acontecem no Centro de Cultura ACM, em Jequié, sempre às 15h. O acesso é gratuito e indicado para todas as idades. 


terça-feira, 16 de outubro de 2012

IMPERDÍVEL: A hilária trupe da Patifaria chega a Jequié com o requintado "Siricotico, uma comédia do balacobaco"



A consagrada Cia Baiana de Patifaria retorna ao palco do Centro de Cultura de Jequié neste fim de semana com apresentações de quinta a sábado (18,19 e 20 de outubro). Desta vez a trupe apresenta as personagens de "Siricotico, uma comédia do balacobaco". 
O espetáculo mostra as confusões vividas por uma trupe de teatro na tentativa de montar um novo espetáculo e reconquistar o sucesso com o seu público. Siricotico, uma comédia do balacobaco tem direção de Fernanda Paquelet e texto de Vinnicius Morais e Lelo Filho. Em cena, os atores Lelo Filho, Jarbas Oliver, Nilson Rocha e Alexandre Moreira vivem 20 personagens inspirados nas comédias clássicas de Moliére e Pirandello. Cheia de reviravoltas, Siricotico apresenta, de maneira irreverente e bem humorada, os bastidores do teatro, narrando às aventuras da trupe de atores Os Tartufos, que, endividada, decide procurar um empresário capaz de dar o patrocínio do grupo – desde que sua filha, aspirante à atriz, seja a estrela do espetáculo. A confusão piora quando uma diva dos palcos da Corte é convidada para o elenco, garantindo altas doses de humor com direito a crises artísticas, testes de elenco, brigas de ego, busca pela celebridade instantânea e uma estréia nada ortodoxa. 

Data: 18, 19 e 20 (quinta, sexta e sábado), de outubro de 2012 sempre às 20h
Local: Centro De Cultura - Jequié
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação: 16 anos
Realização: Astro Brayner Produções e Eventos

sábado, 8 de setembro de 2012

Hoje acontece lançamento do livro do cartunista Edu Santana


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cartunista jequieense lança livro infantojuvenil

O cartunista jequieense Edu Santana estará apresentando ao público em setembro sua nova publicação em quadrinhos.
Edu que já tem quase 30 personagens conhecidas através de revistas e jornais na Bahia, além de tiras e ilustrações impressas em livros didáticos de circulação nacional, acaba de concluir o livro infantojuvenil “A saga do Nobre Cavaleiro D’Oskaghans”, pela Editora Reflexão.
Em entrevista ao site Jequié Notícias (WWW.jequienoticias.com.br ), Edu explica um pouco do seu novo trabalho: “O livro transporta-nos à Idade Média. É uma história alegre, empolgante, embora narre os dias de um garoto que por infortúnio do destino não pôde desfrutar da criação com os seus pais legítimos. Nem por isso ele perdeu seu jeito camarada; cultivando o amor como norte a seus passos. Sonhava tornar-se um cavaleiro de verdade e, por medo de altura, escolheu um leitão como montaria. Seu capacete fora achado à beira do rio. De armadura fez um velho barril e a espada e o escudo também de madeira. Para completar, obviamente a contragosto do rei Bolâncio III, ele e a princesa apaixonaram-se. A luta, claro, é com a vida e contra um terrível dragão, veremos o que aconteceu...” 

O lançamento será na noite de 8 de setembro, na Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Campus de Jequié), na Biblioteca Jorge Amado/Auditório Waly Salomão, das 19 às 22h30.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cia Baiana de Patifaria retorna a Jequié com "A Bofetada" depois de seis anos



Com um público de mais de um milhão e meio de espectadores e um repertório de sete espetáculos (“Abafabanca”, “A Bofetada”, “Noviças Rebeldes”, “3 em 1”, “A Vaca Lelé”, “Capitães da Areia” e ‘Siricotico”), a Companhia Baiana de Patifaria celebra um quarto de século nos palcos em 2012 e escolheu alguns dos principais pólos culturais da Bahia para fazerem parte de sua Turnê Nacional, que segue rumo ao Rio e São Paulo, ainda no segundo semestre. 
Em 2012, “A BOFETADA”, segunda montagem da trupe, também, comemora aniversário, são 24 anos desde sua estréia, em 1988. O elenco, formado por Nilson Rocha, Alexandre Moreira, Jarbas Oliver e Lelo Filho, que também assina a direção, estabelece uma relação direta e de grande empatia com a platéia tornando cada apresentação imprevisível. Os “patifes” da Cia Baiana retornam com “A BOFETADA” a Jequié depois de seis anos que foi apresentada na cidade e anunciam trazer em breve ‘Siricotico, uma comédia do balacobaco”, sua mais recente montagem. 
A curta temporada de “A BOFETADA” em Jequié terá quatro apresentações no Centro de Cultura, dias 02 a 05 (quinta a domingo) de agosto de 2012, às 20h.
Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente com preço promocional até o dia 2 no Silvany e na SWS Informática. Dia 2 (quinta feira) R$ 20,00, dias 3 a 5 (sexta a domingo) R$ 30,00. Na bilheteria do Centro de Cultura, para qualquer um dos dias, estarão à venda ao preço de R$ 40,00 (int.) e R$ 20,00 (meia).

domingo, 15 de julho de 2012

TIRADAS DE TIRINHAS: Prognóstico político por Meia Oito e Nanico, personagens de Angeli


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TIRADAS DE TIRINHAS: Por que os pássaros acordam cedo (Edu Santana)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Dia do Gato Preto e algumas considerações sobre as razões das superstições

Em busca de algumas curiosidades para postar aqui, depois deste hiato (esta palavra tá na moda, que o digam Los Hermanos que estão saindo de um), encontrei no site http://www.vocesabia.net algumas boas sugestões para executar o ctrl c / ctrl v, devidamente creditadas. 
Na pesquisa também descobri que 17 de novembro é o “Dia do Gato Preto”. Data escolhida por uma organização italiana de defesa dos animais para, sob o lema “Todos juntos contra a superstição” defender os felinos de perseguições e promover adoções. Façamos então nossa parte aqui no Miscelânea.

Como superstições sempre mexem com nossa imaginação resolvi optar pelo artigo sobre este tema. "Entrar numa casa nova com o pé direito. Bater na madeira para neutralizar o azar. Não passar por baixo de uma escada. Muitas superstições fazem parte do cotidiano das pessoas. Dizem até que nós, brasileiros, somos um dos povos mais supersticiosos do mundo. Uma pessoa supersticiosa acredita em qualquer coisa que lhe dizem, crê em fatos sem fundamento real e segue conselhos criados pela crendice popular. E você? Você é supersticioso? Veja abaixo algumas superstições e faça uma autoavaliação."
Não resisti, fiz a autoavaliação sugerida. E fui além, numa especie de análise com as respectivas observações sobre alguns dos tópicos apresentados. Essas crendices populares que raramente conseguimos resistir à tentação de acreditar nelas.


Devemos sair e entrar em qualquer lugar, sempre com o pé direito, para evitar o azar. 
Principalmente porque planejar o pé que vamos colocar à frente evita tropeços.

Cruzar com um gato preto é azar na certa. 
Principalmente se for no meio da noite com pouca luz. Corremos o risco de tropeçar no bichano e ainda tomar uma mordida.Isso é que é azar.

Nunca devemos passar por debaixo de uma escada. Atrai a má sorte, com certeza.
Sem dúvida, o risco de cair um balde de tinta, um pincel, ou mesmo o pintor com escada e tudo em sua cabeça é matematicamente mais elevado que você passar bem distante da escada. 


Para mandar uma visita chata embora, é só deixar uma vassoura de cabeça para baixo atrás da porta. 
Ela certamente não vai demorar, principalmente se conhecer a simpatia e perceber o que foi feito. 

Crianças que montarem em vassouras serão infelizes. 
Certamente, no caso delas preferirem a vassoura como ferramenta de profissão, em vez de brincar de médico, presidente, industriário, jornalista (ops, neste caso, nem tanto). 

Varrer a casa à noite acaba com a tranquilidade doméstica.
Com certeza, se tiver gente querendo dormir e sofrer de alergia a poeira.

Quem passar por debaixo do arco-íris muda de sexo.
Mais fácil que conseguir este feito deve ser passar por uma cirurgia de redesignação sexual. 

Sua mão esquerda está coçando? Você vai receber um bom dinheiro extra. Se por acaso a mão que estiver coçando for a direita, tome cuidado: é provável que perca uma grande quantia. Coceira na sola do pé significa viagem ao exterior.
Mas é bom lembrar de procurar um dermatologista, pode ser também uma micose.

Viu uma estrela cadente correr no céu? Faça um pedido, que ele vai se realizar, sem nenhuma dúvida.
Mas tem que elaborar o pedido antes que a estrela desapareça. Se conseguir este feito você merece tudo de bom com essa velocidade de raciocínio.

Um Buda é bom para atrair dinheiro. Mas ele tem que ficar em cima da geladeira e em cima de um prato cheio de moedas.
Sempre que precisar de uns trocados ele vai estar lá à disposição.

Quebrou um espelho? Vêm aí sete anos de má sorte. Ficar se admirando num espelho quebrado é ainda pior. É quebrar a própria alma. 
O ministério do bom senso adverte: O risco de acidente é muito grande quando mantemos espelhos e vidros quebrados em nossa casa.

Se o seu copo estiver com alguma bebida alcoólica, não brinde com ninguém cujo copo contenha bebida sem álcool. Vocês estarão se arriscando, nesse tin-tin, a ter os desejos invertidos.
Também há o risco de acidente se quem for dirigir estiver consumindo a bebida alcoólica... ou neste caso seria ao contrário? 

Três velas ou três lâmpadas acesas em um mesmo quarto são prenúncio de morte.
As três velas acesas aumentam os riscos de incêndio, as três lâmpadas aumentam o consumo de energia elétrica, e não tem quem aguente. 

Acender três cigarros com um mesmo palito de fósforo também significa perigo. É uma tradição de guerra. O primeiro cigarro aceso mostra o alvo ao inimigo, que mira no segundo e atira no terceiro.
Principalmente se o inimigo for o câncer e o alvo for a garganta ou o pulmão dos fumantes.


Aí estão algumas considerações que apenas confirmam que as superstições têm lá suas razões de ser. Mas, vamos mudar de assunto pois dizem que falar sobre essas coisas dá azar.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

7 Conto – A Comédia, com Luis Miranda no Centro de Cultura de Jequié

Os 7 personagens hilários criados por Luis Miranda inspirados na vida real

Acontece em curta temporada de 15 (Sexta) a 17 (Domingo) no Centro de Cultura ACM em Jequié, sempre às 20h , apresentação do ator Luis Miranda com o espetáculo 7 Conto - A Comédia. O texto é do próprio ator e a direção, de Ingrid Guimarães. Os ingressos custam 30 reais (inteira) e 15 reais (Meia -aposentados, estudantes e maiores de 60 anos). Vendas Antecipadas: na Silvany e SWS Informática. A produção local é de Astro Brayner Produções e Eventos.
Nesta montagem o ator Luis Miranda (o Jorge do seriado Batendo Ponto, da Rede Globo, e um dos criadores do Terça Insana) lança mão de todo seu talento de humorista para dar vida a sete personagens criados por ele mesmo, conheça um pouco de cada um deles antes que eles te façam morrer de rir no teatro: 
Caroline – uma criança negra que não se identifica com os personagens das histórias infantis e quer ser atriz; 
Detona – ele tem convicção de que a classe privilegiada é injustiçada e a defende com unhas e dentes; 
Dona Arminda – aposentada e muito velhinha, ela vive em crise por conta da parafernália do mundo moderno para a qual não está preparada. 
Dona Editi – em seu programa Editi Corte & Economize ela dá dicas de economia, política, culinária e ainda ensina como educar os filhos na favela; 
McDollar – cantor de rap rico, fala dos preconceitos que a elite sofre por parte dos desfavorecidos; 
Queixada – guardador de carros que perdeu o juízo por completo; 
Sheilla - vive no mundo da futilidade, das altas rodas no jet set. Quando gasta dinheiro, não lembra como nem quanto - e não está minimamente interessada em saber.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Esta edição do paponline.com revela um pouco mais do inquieto artista jequieense Zéu Britto



Neste paponline.com tem Zéu Britto: ator, músico e poeta. Inquieto e multifacetado artista jequieense com trabalhos consagrados no teatro, no cinema e na tv. 
Zéu fala da sua infância, da sua trajetória, dos próximos projetos e do prazer por ter sido convidado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SECUT) para ser o mestre de cerimônia do São João de Jequié 2011.

Júlio Lucas – Lembro de você, garoto em Jequié, dizendo gostar de música clássica, ao mesmo tempo em que já fazia brincadeiras que se tornariam sucessos musicais na sua carreira. Você tinha ideia de que suas performances espontâneas iriam ser fundamentais na sua trajetória?

Zéu Britto - Júlio queridão, em primeiro lugar é um prazer falar pra ti pra meu povo que festejo e gosto tanto. Na verdade as brincadeiras de criança já são manifestações artísticas, inquietudes da persona, e graças a Deus sempre tive liberdade para ousar. Fiz do quintal um palco e da minha família, uma platéia, tem riqueza maior que essa? Tinha que ser criativo, afinal de contas cabrito da caatinga, come pedra, sobe ladeira e agüenta tudo!

Júlio Lucas – Você saiu de Jequié para fazer vestibular em Salvador e lá resolveu fazer o Curso Livre de Teatro da UFBA. Se não seguisse a carreira artística, qual seria sua área?

Zéu Britto - Minha paixão por desenho e pintura me motivou um bom tempo a querer ser arquiteto, sem contar a influência de meu primo Micheli Neto, decorador maravilhoso e premiado, quase segui a mesma carreira dele. Como tocava teclado e violão, compus e brinquei bastante, percebi que as pessoas adoravam as músicas, as performances, enfim, o chamado do palco foi definitivo.

Júlio Lucas – Do Curso Livre para uma longa temporada com o Los Catedrásticos. Dali em diante participações na TV, no cinema, assinando trilha sonora, fazendo shows, CD, DVD. Tudo aconteceu muito rápido ou você teve tempo para digerir esses processos de criação e atuação e ainda lidar com o sucesso?

Zéu Britto - A gente não sabe de nada, só segue os impulsos e vai, vai, cada vez mais fundo. Cada convite que recebo, tomo como se fosse uma missão, a medida que você cumpre as missões vai vendo mais longe, com clareza e assim vai alcançando os sonhos. O sucesso é a comprovação factual de que você nasceu pra fazer determinada coisa, está então no caminho certo.

Júlio Lucas – Seu trabalho é uma profusão de referências multiculturais. Existe alguma pista para contextualizá-lo? Tropicalista, pós-moderno, pós-tudo - como diria Lenine -, ou é um catalisador indefinível deste “tudo ao mesmo tempo agora”?


Zéu Britto - A profusão de Gênios que já fizeram e aconteceram na Bahia, no Brasil e no mundo é um mosaico tão incrível que se as gerações futuras tentarem entender  de forma segmentada nunca conseguirão. Lenine, Tom Zé, Paulo Dourado, todos estão certos, a mistura é que influencia, tudo já foi feito várias vezes neste mundo mas toda vez que um artista se propõe a rever e reinventar, manifesta-se ali algo novo. Eu sou um pós moderno no fim do mundo de ouvidos abertos e olhos arregalados!

Júlio Lucas – Seja na música, na TV, no cinema ou no teatro, seu humor original chega a promover certa simbiose entre o artista e o personagem. Michelle Nicié disse que “para dirigir um bicho-artista (como você) ...tem que deixar o bicho solto”. Isso ajuda ou atrapalha na hora de seguir o script?

Zéu Britto - Cada experiência apresenta uma nova dificuldade, tem personagens que cabe liberar o bicho e usar muito de minha natureza mas também sou cobrado aqui ou ali å mudar, sempre estarei aberto como argila e acredito em bons diretores artesãos

Júlio Lucas – O público conhece mais seu lado humorístico, mas você atuou recentemente em obras dramáticas no cinema: Trampolim do Forte e Capitães da Areia. Como foram essas experiências?

Zéu Britto – Fan club em “Trampolim do Forte” foi recebido com emoção, sabia que vindo de João Rodrigo seria um roteiro fora de série e não deu outra, o filme é lindo! Vivi um travesti que ajuda uma criança a vingar seu amor, durante as filmagens sentia a vibração da história. Já o “Capitães da Areia”, dirigido por Cecília Amado, eu faço um gago e canto uma canção de Batatinha “É Proibido Sonhar”, direção musical do mestre Carlinhos Brown, foi massa também, fiquem atentos quando estes filmes entrarem em cartaz.

Júlio Lucas – Música, poesia, cinema, teatro, tv? Quais das linguagens você se identifica mais?

Zéu Britto - Todas elas fluem, são braços de um só corpo, não conseguiria destacar uma apenas. Curto muito saber que cada dia tem uma missão diferente, um desafio...

Júlio Lucas – E os projetos? A agenda continua sempre repleta das multifacetas de Zéu Britto ou tem planos para se dedicar a um trabalho mais específico?

Zéu Britto – Fazer o show “Saliva me ao vivo” que deu origem ao DVD, até outubro já tem muita coisa bacana agendada, entrei numa farra chamada Zorra Total e está sendo divertido, vou compor uma trilha especial pro musical “Prisioneiros da Balança”, texto de Elísio Lopes e direção de Otávio Muller, este trio foi sucesso em Decameron, enfim, quanto mais coisas melhor.

Júlio Lucas – “Nada trava o talento”; um dia você disse isso numa entrevista para o Outro Papo, um jornal local? Você diria algo mais aos jovens talentos que estão neste momento lendo a entrevista e pensando nas dificuldades da própria carreira?

Zéu Britto – Todos estão cheios de chama artísticas, é uma riqueza muito grande. Todo mundo pode ter uma boa idéia, gravar em vídeo, pensar em tudo direitinho e mandar pra rede, quando menos espera é gol, sucesso, sem precisar se lançar em rede nacional numa grande emissora, hoje são infinitas as possibilidades, o que faz vencer é uma boa defesa da idéia, defenda sua idéia com unhas e dentes, eu repito sempre, nada trava o talento verdadeiro...

Júlio Lucas – Zéu, já pensou alguma vez em mudar o mundo? Se isso lhe fosse possível realizar, o que faria?

Zéu Britto - Mudar o mundo é um delírio que tem que ser cultivado na mente, idealizado, sonhado, pra quando o sujeito tiver a oportunidade, acrescentar algo que melhore a qualidade das coisas e das pessoas ao redor. Eu penso em mudar o mundo com a arte, minha arma branca, dando um enfoque alegre para os dramas, as mazelas, eu sinto uma necessidade de transformar os fatos pesados em leves ao meu redor, isso é pouco mas é a minha parte.

Júlio Lucas – Ser recebido em sua terra natal para apresentar o São João em homenagem a Elba Ramalho, tem um gostinho especial? O Que o povo de Jequié e visitantes podem esperar de Zéu no São João de Jequié?

Zéu Britto - É uma felicidade Júlio, sou fã de Elba, uma profissional impecável sempre, um símbolo do são joão belo e feliz do nordeste! Sou orgulhoso deste nordeste igual ela, Ave Maria, eu não sou nada sem minha raiz de memória, meu gestual, meu sotaque, minhas crenças, enfim, ta tudo em Jequié, nos espinhos de calumbi, na humildade engraçada do povo e na poesia espontânea de lá. Vou me sentir em casa quando for mestre de cerimônias da maior festa da minha cidade, espero todo mundo. No mais, um abraço pra você e para os leitores desta entrevista, lembranças saudosas å Vaninha, meus amigos Tede e Marlon, dona Fátima e seu Alírio, abraço fraterno para todos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


Dossiê Rê Bordosa, de César Cabral: um dos
curtas mais vistos na mostra do ano passado
Há 9 anos que o Dia Internacional da Animação é comemorado no mundo. No Brasil, é a 7ª edição desta data que representa o maior evento simultâneo do gênero, acontecendo em mais de 400 cidades brasileiras. Para cidades do porte de Jequié, estar inserida neste contexto, além de contribuir com a difusão do gênero animação, significa uma oportunidade para o público de ir ao cinema. A Mostra, aqui em Jequié, acontecerá na próxima quinta-feira (28), no Centro de Cultura ACM, ás 19:30h. E o melhor de tudo é que a entrada é franca e a classificação livre. 
No Brasil, o Dia Internacional da Animação é uma realização da Associação Brasileira de Cinema de Animação, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura, pelo Ministério da Cultura e conta com o patroicínio da Petrobras.